Fotos: Daniela Melo
A Secretaria de Estado da Saúde (SES), em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), realiza a oficina “Ferramentas estratégicas para gestão de riscos e resposta oportuna a Emergências em Saúde Pública”, entre os dias 12 e 14 de maio, em Florianópolis.
O evento, organizado pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE), reúne profissionais da SES, das Secretarias Municipais de Saúde e instituições parceiras. O objetivo é fortalecer a capacidade de preparação, avaliação de risco e resposta rápida diante de crises e emergências de saúde pública.
A iniciativa é crucial, especialmente após a pandemia de COVID-19, que destacou a necessidade de sistemas de vigilância mais eficientes e preparados para detectar e reagir rapidamente a ameaças. Além de novas doenças, Santa Catarina e outras regiões enfrentam riscos sazonais, como inundações, ciclones e surtos de infecções, que exigem planejamento contínuo e respostas coordenadas.
Para lidar com isso, o estado está adotando uma abordagem baseada em risco. Esse processo envolve identificar de forma sistemática as ameaças e avaliar o impacto potencial de diferentes eventos sobre a saúde pública, o que ajuda a planejar ações de prevenção, detecção precoce e resposta.
“Fortalecer a capacidade técnica das equipes é fundamental para garantir respostas mais rápidas e efetivas diante das emergências. A oficina representa uma oportunidade estratégica de alinhamento de conceitos, integração entre instituições e aprimoramento dos processos de vigilância e gestão de riscos”, destaca João Augusto Fuck, diretor da DIVE.

Durante os trabalhos, foram apresentadas ferramentas e métodos desenvolvidos pela OPAS para apoiar a avaliação e melhoria dos sistemas de emergência. Entre eles:
“A integração entre vigilância, assistência e gestão é indispensável para ampliar a capacidade de resposta do sistema de saúde. A troca de experiências e o uso de ferramentas padronizadas fortalecem a tomada de decisão baseada em evidências”, completa João Fuck.
A expectativa é que a oficina fortaleça a atuação integrada entre estado, municípios e instituições parceiras, tornando o sistema de saúde mais preparado para enfrentar possíveis ameaças e situações de risco.
Mais informações:
Daniela Melo
Assessoria de Comunicação
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