
O Grupo Silvio Santos negou neste sábado (29) que tenha vendido a Jequiti Cosméticos, após circular a informação de uma suposta negociação avaliada em aproximadamente R$ 536 milhões com o Grupo José Alves.
A notícia sobre a possível venda foi divulgada pelo colunista Flávio Ricco, que apontou o conglomerado goiano como comprador da empresa. A informação ganhou repercussão nacional ao longo do dia e foi reproduzida por diferentes veículos de comunicação.
Após a repercussão, porém, o Grupo Silvio Santos se manifestou oficialmente e afirmou que a Jequiti não foi vendida e continua pertencendo ao grupo, mantendo suas atividades normalmente.
Segundo o Times Brasil/CNBC, mesmo após a negativa da companhia, Flávio Ricco manteve a informação de que as negociações teriam sido concluídas. Até o momento, entretanto, não existe confirmação oficial do Grupo Silvio Santos sobre qualquer transferência de controle da Jequiti.
O possível comprador citado nas informações é o Grupo José Alves, conglomerado empresarial fundado em Goiás em 1962 e com atuação em diversos setores da economia.
Entre seus negócios estão empresas ligadas às áreas de bebidas, saúde, educação, tecnologia, indústria e mercado imobiliário. O grupo também controla a Refrescos Bandeirantes, fabricante e distribuidora de produtos Coca-Cola em Goiás e Tocantins.
Fundada em 2006 por Silvio Santos, a Jequiti tornou-se uma das empresas mais conhecidas do Grupo Silvio Santos, principalmente pela venda direta de cosméticos, perfumes e produtos de cuidados pessoais por meio de consultores.
A possibilidade de venda da companhia não é inédita. Em 2024, o grupo chegou a negociar a Jequiti com a farmacêutica Cimed, mas as tratativas terminaram sem acordo.
Agora, diante das informações sobre uma operação de R$ 536 milhões, o posicionamento oficial permanece o mesmo: o Grupo Silvio Santos afirma que a Jequiti não foi vendida e continua normalmente sob sua gestão.