Foto: Divulgação/SES
Em 2026, as doenças cardiovasculares já são responsáveis por mais de 108 mil mortes no país. Para evitar esses óbitos, contribuindo para a melhoria dos desfechos clínicos, a Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Superintendência de Urgência e Emergência (SUE), promove nesta quinta-feira, 9, o I Simpósio Catarinense de Emergências Cardiológicas, em São José. O evento reúne profissionais de diferentes áreas da saúde para discutir protocolos e condutas, oferecendo um cuidado mais seguro, eficiente e resolutivo.
“Os números não mentem. As doenças cardiovasculares têm se demonstrado um fator determinante de mortes da população brasileira. Eventos como este são fundamentais para garantir que nossas equipes estejam preparadas para agir com rapidez, precisão e segurança. A qualificação contínua reflete diretamente na redução de complicações e na melhoria dos desfechos clínicos dos pacientes. Hoje serão”, destaca Marcos Fonseca, superintendente da SUE.
Com uma programação abrangente, o simpósio ressalta a importância da atualização contínua diante dos avanços na medicina cardiovascular. São debatidos protocolos atualizados, condutas baseadas em evidências científicas e experiências práticas vivenciadas no dia a dia dos serviços de urgência e emergência. O encontro foi organizado pelo Núcleo de Educação em Urgência em parceria com o Instituto de Cardiologia de SC.
“Neste simpósio, serão tratados temas importantíssimos, como a avaliação do paciente com doenças cardiovasculares, atuação das equipes de suporte básico avançado, além das portas de urgência e emergência, através do diagnóstico e interação entre as equipes multiprofissionais para o atendimento a este tipo de paciente. Arritmias cardíacas, infarto agudo do miocárdio e parada cardiovascular, são patologias que afetam diretamente o coração e colocam o indivíduo em risco iminente de morte”, explica Fonseca.
Participam médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e outros profissionais que atuam diretamente no atendimento de emergências cardiovasculares, promovendo um ambiente de troca de experiências e construção coletiva do conhecimento.
O atendimento eficiente às emergências cardiológicas depende de uma atuação coordenada, desde o primeiro atendimento até o encaminhamento e tratamento especializado. “As emergências cardiológicas exigem reconhecimento precoce e tomada de decisão ágil. Quando há alinhamento entre protocolos e equipes bem treinadas, conseguimos oferecer um cuidado mais resolutivo e salvar mais vidas”, ressaltou Juliana Guaresi, coordenadora do NEU.
As doenças cardiovasculares permanecem entre as principais causas de morbimortalidade no Brasil e no mundo, reforçando a necessidade de investimentos em capacitação profissional e na organização dos serviços de saúde.
Mais informações:
Daniela Melo
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado da Saúde
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