Criciúma vive um cenário preocupante diante do aumento dos casos de violência doméstica contra mulheres. O crescimento das denúncias acompanha uma tendência estadual observada em Santa Catarina, onde os registros de violência doméstica e familiar vêm apresentando alta nos últimos anos, conforme relatórios oficiais do Judiciário catarinense e órgãos de segurança pública.
O avanço dos números tem mobilizado autoridades locais e entidades de proteção à mulher, que alertam para a necessidade urgente de fortalecimento da rede de acolhimento, ampliação de políticas preventivas e incentivo às denúncias. Em Criciúma, a discussão sobre a criação de novos mecanismos de proteção, como estruturas especializadas de acolhimento e suporte psicológico, tem ganhado espaço diante da crescente demanda.
Dados estaduais mostram que Santa Catarina registrou crescimento expressivo nos casos de feminicídio e demais ocorrências relacionadas à violência doméstica. Entre 2020 e 2025, o estado contabilizou mais de 436 mil registros de violência doméstica e familiar contra a mulher, com média superior a 199 ocorrências por dia. O cenário evidencia que o problema vai além das estatísticas e revela uma realidade de medo, silêncio e subnotificação.
Especialistas destacam que fatores como dependência financeira, medo de represálias, pressão familiar e dificuldade de acesso aos canais de denúncia ainda impedem muitas mulheres de buscar ajuda. Outro agravante é que, em grande parte dos casos mais graves, as vítimas nunca haviam registrado boletim de ocorrência anteriormente.
Em Criciúma, a sociedade civil e representantes públicos defendem campanhas educativas permanentes para conscientização e combate à violência de gênero. O objetivo é romper o ciclo da violência e garantir que mulheres em situação de risco encontrem apoio rápido e seguro.
A orientação para vítimas ou testemunhas é buscar ajuda imediata por meio da Polícia Militar (190), Central de Atendimento à Mulher (180) ou órgãos especializados da rede municipal de proteção.
O aumento dos casos serve como alerta: combater a violência doméstica exige ação conjunta entre poder público, instituições e toda a sociedade.
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