O que era para ser um ponto de valorização urbana e estímulo ao comércio em Criciúma tem se tornado motivo de frustração. A Rua Coberta, inaugurada com a proposta de revitalizar a região central, completa dois anos cercada por reclamações de comerciantes e registros de prejuízos financeiros.
De acordo com reportagem do portal Engeplus, lojistas que atuam no local relatam queda no fluxo de clientes, insegurança constante e problemas estruturais que comprometem o funcionamento dos estabelecimentos. A promessa de um espaço atrativo e movimentado não se concretizou, segundo os trabalhadores.
Entre as principais críticas está a falta de manutenção adequada. Comerciantes apontam que a estrutura apresenta falhas, inclusive com infiltrações e proteção insuficiente contra chuva — situação que afeta diretamente o conforto dos clientes e o dia a dia das lojas. Reclamações semelhantes já vinham sendo feitas desde os primeiros meses de funcionamento.
A insegurança também é um dos pontos mais sensíveis. Relatos indicam presença frequente de usuários de drogas, furtos e sensação de abandono no espaço público. Em alguns casos, comerciantes descrevem o ambiente como “desmotivador” e até perigoso para quem trabalha diariamente no local.
Além disso, o baixo movimento é citado como fator determinante para os prejuízos. A expectativa de grande circulação de pessoas não se confirmou, impactando diretamente as vendas e a sustentabilidade dos negócios instalados na região.
Diante do cenário, o tema já chegou ao debate público. Autoridades locais discutem medidas para tentar reverter a situação, incluindo a realização de audiências e possíveis intervenções para revitalizar o espaço. Ainda assim, há consenso entre os comerciantes de que ações urgentes são necessárias.
Do sonho de revitalização à realidade de dificuldades, a Rua Coberta se tornou símbolo de um projeto que, até agora, não entregou os resultados esperados — e que segue cobrando respostas do poder público.
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