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Polícia Içara

Hóspede é suspeita de esvaziar casa alugada pelo Airbnb e vender móveis por R$ 3,8 mil em Criciúma

Proprietário teria encontrado o imóvel praticamente vazio após apenas uma noite de hospedagem; móveis e eletrodomésticos teriam sido vendidos para uma loja de usados de Içara.

25/09/2026 21h39
Por: Redação Fonte: Redação
Hóspede é suspeita de esvaziar casa alugada pelo Airbnb e vender móveis por R$ 3,8 mil em Criciúma

Um caso inusitado envolvendo uma hospedagem por aplicativo chamou atenção em Criciúma, no Sul de Santa Catarina. Uma mulher é suspeita de retirar móveis e eletrodomésticos de uma casa alugada pelo Airbnb e negociá-los com uma loja de móveis usados da região.

Segundo informações divulgadas pelo Jornal Razão, o proprietário teria alugado a residência por apenas uma noite. Após o encerramento da hospedagem, ao retornar ao imóvel, encontrou a casa praticamente vazia. Entre os itens que teriam desaparecido estavam geladeira, máquina lava e seca, sofá, televisão e colchões.

A suspeita teria entrado em contato, pelo WhatsApp, com uma loja de móveis usados localizada em Içara. Para justificar a venda, teria informado ao comerciante que havia vendido a casa e que o novo proprietário não tinha interesse em permanecer com a mobília.

Fotos dos objetos teriam sido enviadas ao lojista e a negociação foi fechada por aproximadamente R$ 3,8 mil. O comerciante teria ido até a residência com um caminhão por volta das 9h para retirar os produtos — cerca de quatro horas antes do horário previsto para o término da hospedagem.

Proprietário encontrou os móveis pela internet

Depois de perceber o desaparecimento dos bens, o dono da residência começou a pesquisar anúncios e lojas de produtos usados pela internet. Durante as buscas, teria conseguido localizar os objetos retirados da casa.

A identificação da mulher teria sido possível também por meio do comprovante da transferência via Pix realizada pelo comerciante durante a compra dos móveis.

De acordo com o relato divulgado, a ocorrência foi registrada e as circunstâncias envolvendo a negociação dos objetos são investigadas. Até o momento da pesquisa feita pelo Vitrine do Sul, não localizamos uma divulgação oficial indexada da Polícia Civil ou da Polícia Militar com detalhes adicionais sobre o caso. Por isso, informações sobre eventual prisão, indiciamento ou recuperação de todos os bens ainda precisam de confirmação oficial.

O caso repercutiu nas redes sociais pela ousadia da ação e pela rapidez com que os objetos teriam sido retirados e negociados.

Fonte: informações divulgadas pelo Jornal Razão / apuração Vitrine do Sul
Foto: Reprodução / Redes sociais