
A advogada e influenciadora Deolane Bezerra teria sido ameaçada de morte dentro da penitenciária onde está presa, no interior de São Paulo. A denúncia foi relatada por sua irmã, Daniele Bezerra, em declaração registrada na Polícia Civil paulista no dia 16 de outubro.
Segundo as informações divulgadas pela imprensa, Daniele contou que encontrou a irmã chorando durante uma visita no parlatório. Na ocasião, Deolane teria relatado que recebeu ameaças de uma agente penitenciária identificada como Juliana.
De acordo com o relato apresentado à polícia, Daniele tentou obter junto à direção da unidade prisional os dados de identificação da funcionária apontada como responsável pelas ameaças, mas não teria conseguido acesso às informações.
A advogada também mencionou outro episódio envolvendo uma agente penitenciária identificada como Catarina, que, segundo a denúncia, teria praticado intolerância religiosa contra Deolane.
Ainda conforme as declarações, a equipe jurídica da influenciadora apresentou uma petição ao juiz corregedor solicitando providências para apurar os fatos.
O documento também menciona que uma das agentes teria defendido que Deolane fosse encaminhada à convivência com a população carcerária comum.
Até o momento, os relatos apresentados pela irmã não representam comprovação das acusações contra as funcionárias. O caso depende de apuração pelas autoridades competentes.
Deolane Bezerra está detida na Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, no interior de São Paulo. Ela é investigada por suspeita de envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro e organização criminosa, em um caso relacionado ao Primeiro Comando da Capital (PCC).
A defesa da influenciadora contesta as acusações e questiona a manutenção da prisão.
O episódio envolvendo as supostas ameaças acrescenta um novo capítulo à situação da advogada, que permanece sob custódia enquanto responde às acusações.
As informações sobre as ameaças e a possível intolerância religiosa foram apresentadas por Daniele Bezerra e ainda precisam ser esclarecidas pelas autoridades responsáveis pela investigação.