O Sicredi, instituição financeira cooperativa presente em todo o país, gerou o montante de R$ 1,16 bilhão em benefícios econômicos para os seus mais de 311 mil associados no Nordeste em 2025. O dado é apontado pelo Benefício Econômico do Sicredi (BES), indicador calculado com base em metodologia do Banco Central, que mede a economia real proporcionada aos cooperados.
O resultado representa um crescimento de cerca de 35% em relação ao ano anterior, quando o volume registrado foi de R$ 859,7 milhões. Em média, cada associado nordestino teve uma economia de R$ 3.735,93 no ano, o que mantém a região com a maior média do sistema Sicredi no Brasil. Nesse período, a base de associados avançou, passando de 280,7 mil para 311,5 mil pessoas.
"Os números mais recentes do BES mostram a consistência do nosso modelo de atuação, mesmo diante de um cenário econômico desafiador. O crescimento registrado reforça a confiança dos associados e evidencia a capacidade das cooperativas de entregar soluções financeiras mais justas e acessíveis"
afirma Antonio Cleber Zequetto, gerente de Desenvolvimento do Cooperativismo da Central Sicredi Nordeste.
Considerando o desempenho em todo o país, o Sicredi alcançou, em 2025, R$ 31,1 bilhões em benefícios econômicos gerados para mais de 10 milhões de associados, um crescimento de 22% em comparação ao ano anterior. O valor representa a maior marca da série histórica da instituição.
"Os resultados robustos do ano passado reforçam nossa atuação centrada no benefício aos associados. Nosso trabalho visa fomentar o crescimento das empresas, da atividade agrícola, assim como o apoio à realização dos objetivos das pessoas físicas. Está aí a razão de existir das cooperativas de crédito e o resultado do BES mostra que estamos cumprindo nosso propósito"
destaque Alexandre Barbosa, diretor-executivo de Sustentabilidade, Administração e Finanças do Sicredi.
Sobre o Benefício Econômico do Sicredi
Três indicadores compõem o cálculo do índice. São eles o Benefício Econômico de Crédito (BEC), que mensura a economia nas operações de crédito a partir de taxas mais competitivas em relação à média do Sistema Financeiro Nacional (SFN); o Benefício Econômico do Depósito (BED), que aponta o ganho adicional com remuneração mais elevada sobre depósitos; e os Benefícios Econômicos do Exercício (BEE), que incluem a distribuição de resultados, o pagamento de juros ao capital e os valores destinados aos associados por meio de iniciativas educacionais e sociais.
"O BES traduz de forma concreta como o cooperativismo gera valor para os associados e para as comunidades onde estamos presentes. Esses recursos permanecem circulando localmente, contribuindo para o fortalecimento da economia e para o desenvolvimento sustentável das regiões"
conclui Cleber Zequetto.
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