O Criciúma sempre teve tradição de grandes goleiros. Lá atrás, Luiz Henrique. Depois, o inesquecível Alexandre — para mim, o maior de todos. Vieram ainda Luiz, Gustavo e agora surge Airtom, um nome até então desconhecido da maioria da torcida, mas que rapidamente caiu nas graças do torcedor carvoeiro.
Com a lesão do titular Alisson, Airtom ganhou oportunidade e mostrou personalidade. Diante do Juventude, no Alfredo Jaconi, foi o grande responsável pelo ponto conquistado. Fechou o gol com defesas espetaculares e evitou uma derrota certa na fria noite de Caxias do Sul. Uma contratação certeira, que prova mais uma vez que é possível encontrar bons valores no futebol sem precisar comprometer os cofres do clube.
Esperava mais da partida e, principalmente, do Criciúma. O Juventude foi superior em boa parte do jogo, criou mais oportunidades e só não venceu porque parou em Airtom. Já o ataque carvoeiro voltou a apresentar pouca produção ofensiva.
Romarinho, mesmo sem brilhar, foi o melhor do setor ofensivo. Sinceramente, não entendi sua saída enquanto Vaguininho permaneceu em campo. Jonathan Robert teve atuação discreta, e fica evidente que o time perde muito em criação quando ele não consegue render.
Agora, o técnico Batista terá uma semana cheia para corrigir erros e, principalmente, melhorar o poder de fogo da equipe, que voltou a preocupar.
Um lance revoltou dirigentes e torcedores do Tigre. Luan Martins, do Juventude, agrediu claramente Gui Lobo no meio-campo. O VAR chamou o árbitro — que teve atuação fraca — porque certamente enxergou lance para expulsão. Afinal, ninguém chama revisão para confirmar cartão amarelo.
O juiz foi ao monitor, demorou uma eternidade e, para surpresa geral, voltou mostrando apenas amarelo para o jogador do time gaúcho. Um erro grotesco e vergonhoso, daqueles que não podem passar batidos.
De seis pontos disputados fora de casa, o Criciúma conquistou apenas dois. Muito pouco para quem sonha com acesso, mesmo levando em conta a dificuldade dos jogos longe do Heriberto Hülse.
A matemática era clara: quatro pontos manteriam o Tigre firme no G-6. Agora, o compromisso diante do Atlético-GO virou obrigação. Time que quer subir não pode abrir mão de vencer ao menos uma partida em duas saídas consecutivas.
Saúde, sorte e até a próxima.
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